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O que é um arquivo .jwlibrary — e como abrir um em qualquer aparelho

Um arquivo .jwlibrary é o seu backup do JW Library: um único arquivo com cada nota, destaque, marcador e etiqueta. Veja o que há dentro dele e como abri-lo e lê-lo.

Um arquivo .jwlibrary parece fechado, e não é. Ele é um arquivo ZIP comum em volta de um banco de dados SQLite comum, o que significa que você consegue ler o seu próprio backup — ver exatamente quais notas, destaques e marcadores ele guarda — sem o JW Library e sem instalar absolutamente nada.

Quando você faz backup do JW Library, recebe um arquivo terminado em .jwlibrary. É um pacote único e portátil que contém tudo do seu estudo pessoal — notas, destaques, marcadores, etiquetas e listas de reprodução — em um banco de dados compacto. Não é um documento que se abre no Word ou num leitor de PDF; ele foi feito para ser restaurado de volta no JW Library.

Mas você não precisa restaurá-lo só para dar uma olhada dentro. O JW Sync abre um arquivo .jwlibrary direto no seu navegador, para você ler, pesquisar e editar o conteúdo sem mexer no celular.

Passo a passo

  1. Consiga um arquivo .jwlibrary

    Ele é criado no JW Library: Estudo Pessoal → menu de três pontos → Backup e Restauração → Criar um backup. É desse arquivo que estamos falando.

  2. Abra no JW Sync

    Acesse jwsync.org e carregue o arquivo no Explorador de Estudo. Ele abre na hora, no seu aparelho — nada é enviado.

  3. Leia e trabalhe com ele

    Folheie notas, destaques e marcadores; pesquise em tudo; edite, reetiquete ou exporte. Quando terminar, você pode restaurar o arquivo (ou uma cópia editada) de volta no JW Library.

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O que existe de fato dentro do arquivo

Tecnicamente, um arquivo .jwlibrary é um banco de dados SQLite compactado mais um manifesto. É por isso que renomeá-lo para .zip às vezes acontece por acidente no caminho — e por isso renomear de volta para .jwlibrary resolve. Você não precisa saber nada disso para usá-lo, mas isso explica por que o arquivo é pequeno, autossuficiente e idêntico no Android, no iPhone, no iPad e no Windows.

Abrindo no computador

A mesma página jwsync.org funciona no navegador de um notebook ou desktop — útil para ler anos de notas numa tela grande ou fazer limpezas em lote que seriam cansativas no celular. Não há nada para instalar.

O que o arquivo realmente é

Um arquivo .jwlibrary é um arquivo compactado ZIP com outra extensão. Dentro dele estão o userData.db — um banco de dados SQLite com suas notas, destaques, marcadores e etiquetas — e o manifest.json, um arquivo pequeno que descreve o backup e inclui um hash do banco que o JW Library usa para confirmar que o arquivo não foi alterado. Nada nele é proprietário ou criptografado; é um arquivo compactado padrão em volta de um banco de dados padrão.

Abrir sem o JW Library

Você não precisa do app, nem de programa nenhum, para ler o seu próprio backup. Abrir o arquivo no navegador mostra todas as notas, destaques e marcadores que ele contém, com busca e filtros, e o arquivo nunca sai do seu aparelho — ele é lido localmente, não enviado. Esse é o jeito mais rápido de confirmar que um backup contém o que você acha que contém antes de um reset, uma troca ou uma restauração num celular novo.

Olhar dentro manualmente

Se você tiver curiosidade, copie o arquivo, renomeie a cópia para .zip e abra com qualquer ferramenta de compactação. Você vai ver o userData.db e o manifest.json. Abrir o banco de dados exige um visualizador de SQLite, e as tabelas têm o nome do que guardam — Note, UserMark, Bookmark, Tag. Trabalhe sempre numa cópia: editar o banco na mão sem atualizar o hash do manifesto produz um arquivo que o JW Library vai se recusar a restaurar.

Editar com segurança

Notas podem ser corrigidas, reetiquetadas, recoloridas ou apagadas fora do app, e o resultado exportado como um novo arquivo .jwlibrary que você restaura normalmente. A regra que mantém isso seguro é guardar o original: edite uma cópia, restaure o arquivo editado e, se algo não ficar como você esperava, o original intacto continua lá para voltar atrás.

Ler um backup no celular

Você não precisa de computador. Abrir o arquivo no navegador do celular funciona igual, o que é útil quando o backup já está no aparelho e você quer confirmar o conteúdo antes de restaurar ou antes de apagar o aparelho. O arquivo é lido localmente, então isso funciona sem mais conexão do que a de carregar a página.

Por que o hash do manifesto importa

O manifest.json registra um hash do userData.db. O JW Library o usa para confirmar que o banco não foi alterado desde que o backup foi gravado, então um arquivo cujo banco foi editado sem o hash ser recalculado é recusado na restauração. Esse é o motivo mais comum de um backup editado na mão parar de funcionar, e a razão de editar por uma ferramenta que regrava o manifesto ser mais seguro do que mexer no banco direto.

Para que isso serve

Poder ler um backup muda quanto um backup vale. Você pode confirmar que um arquivo contém o que acha antes de apagar um celular, ver se vale a pena restaurar um arquivo antigo, achar uma nota que sabe que escreveu sem vasculhar o app, ou recuperar texto de um arquivo que o JW Library não aceita. Nada disso exige confiar o arquivo a ninguém — ele é lido no seu próprio aparelho.

Perguntas frequentes

Posso abrir um arquivo .jwlibrary no Excel ou no Bloco de Notas?
Não de forma útil — é um banco de dados, não uma planilha nem um arquivo de texto. Abra no JW Sync para lê-lo, ou exporte as suas notas em Markdown/texto pelo Explorador de Estudo.
É seguro abrir meu backup no navegador?
É. O JW Sync lê o arquivo localmente, na aba do seu navegador; nada é enviado a servidor nenhum e o seu arquivo original nunca é alterado.
Dá para simplesmente renomear para .zip?
Dá, numa cópia. Renomear não altera o conteúdo, e permite que qualquer ferramenta de compactação mostre o que há dentro.
Abrir o arquivo muda ele?
Não. Ler um backup — no navegador ou numa ferramenta de compactação — o deixa idêntico byte a byte. Só salvar ou exportar produz um arquivo novo.
Preciso estar on-line?
Só para carregar a página. O arquivo é lido no seu aparelho, não enviado, então suas notas nunca trafegam pela rede.
Dá para abrir um backup que outra pessoa me mandou?
Dá, o formato não é preso a um aparelho ou conta. Se convém restaurá-lo é outra questão, já que restaurar substitui a sua própria biblioteca.
Preciso instalar algo para olhar dentro?
Não. Um navegador basta para ler as notas; só a inspeção manual do banco de dados exige um visualizador de SQLite.

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